Hector Ribeiro | Músico Paranaense responde nossas Se7e Perguntas

 

Hector Ribeiro, músico paranaense de heavy/prog/power metal, participa de nossa seção SE7E PERGUNTAS, onde queremos apresentar bandas ou artistas que merecem atenção, através de sete perguntas fixas.

Hector Ribeiro - Entrevista

FICHA TÉCNICA

NOME DO MÚSICO: Hector Ribeiro (HBR Project – Projeto solo)

ESTILO: Heavy/Power/Prog Metal

CIDADE/ESTADO: Umuarama/PR

INÍCIO DA CARREIRA: 2020

DISCOGRAFIA: “Wake Up, Stand Up!” (Single, 2022)

ENTREVISTA

1. Primeiramente, obrigado pela entrevista e pela atenção conosco do site Gaveta de Bagunças. Conte-nos um pouco sobre da sua biografia.

Hector Ribeiro: Eu que agradeço pela honra e Oportunidade de falar um pouco da minha Jornada, dos meus ideais e planos. Vamos lá… Eu me chamo Hector Ribeiro, tenho 32 anos de idade e sou músico há mais ou menos 12 anos. E no decorrer desse tempo já participei de diversas bandas do Underground carioca, como Arcaico, Oblivious Machine, Prophecy, atualmente me dedico à banda Metal Hops (Heavy/Thrash metal) e principalmente a minha carreira solo (HBR Project). Sou músico autodidata, mas já estudei por um breve tempo na Escola de Música Villa Lobos, fiz aulas de guitarra com Leonardo Vieira e Wanderson Villa. E atualmente me dedico a estudos de Produção artística, musical e um pouco de Music business (Iniciei esses estudos através do curso disponibilizado pela Em&T). HBR Project é um projeto participativo, onde por hora venho lançando singles com participações distintas em cada trabalho. Mas a minha meta é ter uma formação sólida e fixar uma diretriz oficial para dirigir da melhor forma o caminho deste trabalho que venho planejando há anos.

2. Quais as suas principais influências? Existem alguns nomes que indicaria como principais referências para a sonoridade que você pratica?

Hector: Sou admirador da expressão artística como um todo, desde a bateria até a parte vocal (que para mim, acaba sendo a parte “principal”).  Ao decorrer da Minha vida, sempre me influenciei na musicalidade/criatividade/Instrumental das bandas:

  • Dream theater
  • Symphony X
  • Ark
  • Oficina G3
  • Angra
  • Opeth
  • Cynic
  • Whitesnake
  • Deep Purple

3. Quanto às letras, existe algum direcionamento especifico? Nesse âmbito, você possui algum posicionamento político ou ideológico?

Hector: Atualmente, como cristão, tenho me influenciado em conceitos direcionados para a nossa jornada durante a vida, nossa evolução, nossa percepção sobre o decorrer dos nossos caminhos. Admiro a forma que o Oficina G3 expressa suas concepções de forma filosófica, baseada em conceitos vindouros da Bíblia, de uma forma onde todos possam compreender. Esse é o meu Objetivo, passar a mensagem através das minhas músicas utilizando uma linguagem convencional, influenciada nos ensinamentos da palavra de Deus.

4. Poderia nos dizer um pouco de como funciona o seu processo de composição?

Hector: Essa pergunta é muito boa, pois sou daquela velha escola de ter uma rotina semanal de combinar um domingo com 4, 5 ou 6 marmanjos em um Studio para ensaiar um repertório inicial ou realizar um processo de composição. Debater intro, estrofe, refrão, divisão de solos…. Nesse processo, as vezes ficávamos a mais de meses para definir um arranjo/música. Isso demanda muito tempo, as vezes planejava, planejava e não saia do local e o projeto/banda acabava não tendo continuidade, fazendo com que todo o tempo dedicado ali fosse de água abaixo. Após trabalhar o Prophecy aprendi demais em diversos pontos como organização, planejamento, análise da estrutura de uma música e etc… Já com o Metal Hops vi o valor da praticidade de trabalhar a distância, trocando backups, debatendo a estrutura da música em uma forma dinâmica, solfejando ideias e pondo em prática… sem delongas.  E recapitulando um pouco do meu passado, sempre vim explorando Daws (Sonar, reaper, Fruitloops, Audacity…), Vsts (Amplitube, Guitar rig, Waves, Nomad factory, etc.…) e vstis (Mt drumkit, Ezdrummer e superior drummer…) e acabei acumulando muitos esboços de composições inacabados nesse processo de aprendizado. Estes mesmos me servem como base de material pré-produzido para trabalhos do meu projeto solo, somando com Ideias que crio hoje em dia. Posso considerar que tenho um bom estoque de rascunhos sonoros acumulado nesses últimos anos, onde periodicamente escolho um para amadurecer a estrutura. Quando amadureço e defino o roteiro da música, convido músicos (Vocal, baixo, teclado, batera…) onde eles contribuem com suas linhas/personalidades assim então, enriquecendo a estrutura sonora com suas personalidades musicais. Resumidamente, trabalho a distância, por hora com convidados até fixar uma formação e tornando o projeto HBR em uma banda, com planos e metas.

5. Qual das suas músicas ou discos você indicaria para alguém interessado em conhecer seu trabalho?

Hector: No momento, trabalho a preparação de um lançamento para o meu single de estreia. O mesmo chama-se “Wake Up, Stand Up!”, está previsto para ser lançado em 04/04/2022 em todas as plataformas digitais. O mesmo conta com participação de Músicos/Amigos incríveis, está sendo produzido pelo Caio Andrade, tendo como suporte a assessoria da Island Press e o responsável pela arte representativa foi o Rafael Tavares.

6. Já existem metas de longo e médio prazo para sua carreira?

Hector: Legal… vamos lá. HBR Project como disse, é um projeto Solo, trabalhar em cima de uma composição sozinho não é fácil, mas posso dizer que tenho material pré-produzido para mais ou menos 2/3 singles (além desse que está pronto para lançamento), 1 EP com aproximadamente 5 faixas (p/fim de 2022) e já estou mexendo os pauzinhos para alinhar a confecção de um álbum com aproximadamente 10 faixas (para 2023). Nada oficialmente definido, pois antes de pensar em um EP ou um full, preciso de membros fixos, para debater de forma clara e mais profissional em prol das ideias. Pretendo também realizar a gravação do FULL em um estúdio, saindo um pouco do hábito de gravar em meu Home. Isso exige um investimento, tempo e uma dedicação maior…. Por hora, é o que tenho a dizer a respeito do trabalho, mas garanto trazer bastante novidade ao decorrer dessa caminhada.

7. Para finalizar, agradeço a oportunidade da entrevista, e fique à vontade para pontuar algo que queira mencionar fora das perguntas acima.

Hector: Primeiramente agradecer a minha família, não é fácil conviver com um músico, ainda mais alguém como Eu… (risos), minha esposa merece um lugar especial no paraíso, ela é uma grande incentivadora dos meus sonhos e ideais, além de uma parceira fenomenal em tudo que faço e já fiz em prol da música. Bom, gostaria de agradecer também a toda a equipe que se dedicou ao meu trabalho de estreia.

  • Marcos Santos: voz /letra
  • Gabriel China: baixo
  • Paulo Afonso: teclado
  • Regis Lisboa: vozes adicionais/gutural
  • Gutto Vieira: Bateria
  • Rômel Santos: Island Press
  • Rafael Tavares: Arte Single
  • Hebert Costa: tradução para a língua inglesa
  • Caio Andrade: Produção Musical
  • Victor Rodrigues: Por ceder o espaço do Studio 77 para gravarmos a voz principal e as guitarras.

Agradeço ao Gaveta de Bagunça pela oportunidade de falar um pouco sobre mim e principalmente sobre o meu trabalho. Sabemos que nos dias de hoje, são poucas portas que se abrem para o Heavy Metal. Iniciativa como a de vocês é nobre, essencial e fundamental para que isso tudo aconteça.

Desejo sucesso, prosperidade e muita luz em seus caminhos, galera, e espero nos vermos em breve para falarmos mais sobre essa arte maravilhosa que é o Heavy Metal.

Forte abraço!

CONTATO

INSTAGRAM: https://www.instagram.com/hectorribeirogt/

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